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O Esquadrão Guilhotina

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Esquadrão Guilhotina, o

Grupo Livros

AutorGuillermo Arriaga
ISBN9788560610150
TítuloO Esquadrão Guilhotina
EditoraGryphus
Ano de Edição2008
IdiomaPortuguês
Número de Páginas158
País de OrigemBrasil
AcabamentoBrochura
Altura21
Largura14
Profundidade0,95
Peso237
FormatoFísico
OrigemBrasil
Serie/Coleçãovazio
Volumevazio
SinopseAo procurar o temido general Pancho Villa para lhe vender seu fabuloso invento, a guilhotina, o advogado de origem aristocrática Feliciano Velasco acredita assegurar para si um futuro confortável no exílio, distante da incandescente Cidade do México. Feliciano – um porfirista mais por conveniência do que por convicção – deseja escapar do tumultuado México revolucionário, invadido por idéias subversivas. O que o personagem não podia prever era que acabaria vítima do destino ou de suas próprias ambições. O general Villa se entusiasma com o resultado da mais nova máquina de guerra, capaz de aterrorizar e impressionar os inimigos. Mas, ao invés de pagar a Feliciano pelo invento, Villa decide que o criador da guilhotina deve se unir a seu regimento e tornar-se mais um “companheiro” na luta revolucionária. Sem ter como negar uma “honraria” do eminente Pancho Villa, Feliciano se vê numa emboscada, e acaba como uma espécie de prisioneiro voluntário das tropas subversivas. O pesadelo começa aí e prossegue até o final do livro em sucessivas reviravoltas. Feliciano não pode revelar sua origem burguesa e, portanto, contrária à causa dos revolucionários. Para sobreviver sem levantar a suspeita de Villa e seus correligionários, passa a se submeter aos riscos inerentes a uma guerra, sem ao menos compartilhar os mesmos ideais. Como integrante das tropas rebeldes, Feliciano troca os sonhos de riqueza pela dura realidade dos campos militares. A guilhotina – a mesma que simbolizou a fase auge do terror na Revolução Francesa – é novamente a protagonista da história das guerras e torna-se o símbolo das tropas de Villa, encarnando o ideal de morte eficiente e econômica. Só que desta vez ainda mais letal. As façanhas do aparato são tão notáveis que o próprio regimento coordenado por Pancho Villa passa ser denominado Esquadrão Guilhotina de Torreón. Sem cair na fácil armadilha de construir estereótipos ideológicos, Arriaga ergue uma trama ágil, violenta, em que o homem é retratado como a principal vítima de suas ilusões e planos, vítima do acaso, do imponderável e das circunstâncias históricas. O México conturbado do início do século XX – povoado por personagens míticos, como Pancho Villa e Zapata – é o pano de fundo para a tragédia pessoal de Feliciano Velasco. Seu maior erro (a despeito de qualquer questionamento ético de suas escolhas) foi se aproximar do inimigo em potencial para obter vantagens econômicas de uma revolução, a qual simplesmente menospreza, e que, no entanto, mudará a sua sorte.
Edição1
LivroDigitalvazio
PrevendaVazio