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Red: Minha Vida no Rock sem Censuras

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Red: Minha Vida no Rock sem Censuras

Grupo Livros

AutorSammy Hagar, Joel Selvin
ISBN9786555371185
TítuloRed: Minha Vida no Rock sem Censuras
EditoraBelas Letras
Ano de Edição2021
IdiomaPortuguês
Número de Páginas320
País de OrigemBrasil
AcabamentoBrochura
Altura23
Largura16
Profundidade2
Peso600
OrigemBrasil
Serie/Coleçãovazio
SinopsePor Michael Anthony A PRIMEIRA VEZ QUE VI OS IRMÃOS VAN HALEN tocando foi quando eu estudava na Arcadia High School, no leste de Los Angeles. Foi durante uma feira estudantil realizada em um campo de futebol, e a banda se chamava Mammoth. Eram apenas Eddie Van Halen na guitarra, seu irmão Alex Van Halen na bateria e um sujeito chamado Mark Stone tocando baixo. Eddie fazia todos os vocais. Eles tocaram Cream, Grand Funk Railroad e The Who. Eddie acertava em cheio cada uma das notas de todas as músicas, exatamente como nos discos. Depois do ensino médio, participei de uma banda chamada Snake. Um nome bastante original, eu sei. Abrimos um show do Van Halen na Pasadena High School. Eles agora tinham um vocalista. Lembro-me de ficar sentado no estacionamento depois do show conversando com Eddie. Avancemos para meu segundo ano na Pasadena City College, e por intermédio de um amigo em comum voltei a ter contato com os irmãos Van Halen. Eles queriam se livrar de um baixista e me pediram para fazer uma jam com eles. Foi quando me convidaram para entrar na banda. Tocamos em todos os lugares que conseguimos. Aqueles caras estavam decididos a dar duro e fazer a banda acontecer. Tocamos em festas, clubes, coisas do tipo, aonde quer que o dinheiro para a gasolina conseguisse nos levar. Depois de tocar a noite toda, eu praticamente dormia dentro do meu carro quando deveria estar na aula. Estava me preparando para tomar uma decisão — ir para a escola ou ter uma banda — quando meu pai me expulsou de casa. Os Van Halen eram garotos normais. Todos festejávamos bastante e, sendo irmãos, eles brigavam muito. Eles sempre se abraçavam e faziam as pazes depois, mas tinham sérias desavenças e tínhamos que os separar. Fosse onde fosse — eles começavam a socar um ao outro, mas pouco depois passavam a chorar e se abraçar, dizendo: “Eu te amo, cara”. Aqueles dois tinham uma conexão, não apenas fraternal, mas musical também. Ed queria ouvir Al em seu monitor. Al queria ouvir Ed em seu monitor. Cada um tocava com base no que o outro estava tocando. Antes de Sammy aparecer, todos estávamos completamente arrasados. Parecia possível que a banda tivesse chegado ao fim depois da saída de Roth. Quando assinamos com a Warner Bros., amigos na indústria nos disseram que cinco anos era uma boa expectativa de vida para uma banda de rock. Pensamos que tínhamos chegado ao fim. A gravadora também não estava muito empolgada. Eles sequer queriam que continuássemos a chamar a banda de Van Halen. Eddie
Edição1
LivroDigitalvazio
PrevendaVazio