Capital Cognitivo Híbrido propõe um novo framework para a gestão do conhecimento organizacional na era da inteligência artificial generativa. O autor parte das fundações clássicas da economia do conhecimento — Drucker, Nonaka, Edvinsson — e do capital intelectual tripartite (humano, estrutural e relacional) para demonstrar como a IA generativa rompe o pressuposto antropocêntrico que sustentou essas teorias por décadas. Em resposta, apresenta o conceito de Capital Cognitivo Híbrido, estruturado em três dimensões: simbiótica, aprendente e ética-epistemológica. A obra inclui um playbook prático com seis movimentos para líderes, métricas de mensuração da simbiose humano-máquina e reflexões sobre governança do conhecimento em ambientes híbridos, equilibrando rigor acadêmico e aplicabilidade executiva.