A maioria das organizações não fracassa por falta de inteligência ou esforço, mas porque opera no piloto automático: decisões por impulso, repetição de padrões e culturas que recompensam a mediocridade. Combinando filosofia — especialmente Hannah Arendt e a banalidade do mal —, psicologia cognitiva de Kahneman e prática empresarial, Lucas Marques Vieira mostra como o automatismo cognitivo se transforma em automatismo organizacional. O livro propõe que líderes desenvolvam lucidez, senso crítico e visão sistêmica para construir culturas fortes, sistemas decisórios bem desenhados e rituais que conduzam times comuns a resultados extraordinários, alcançando o que o autor chama de perenidade adaptativa.