Organizada por Carolin Overhoff Ferreira e escrita por pesquisadores do Departamento de História da Arte da Unifesp, esta obra analisa 22 obras artísticas — pinturas, fotografias, instalações, performances e esculturas — confrontando 11 obras canônicas de matriz eurocentrada com 11 produções de artistas afrodescendentes e indígenas. O livro questiona os paradigmas coloniais que relegaram a arte afro-brasileira e indígena a categorias como ''''arte popular'''' ou ''''primitiva'''', propondo metodologias críticas para descolonizar a História da Arte brasileira e restituir protagonismo a cosmologias, epistemologias e estéticas historicamente silenciadas.