“As mães, dissemos mais de uma vez neste livro, as mães são a nossa esperança. Que em toda parte, na França e na Europa, as mães se tornem e se mantenham cristãs: então, a despeito do espantoso crescimento das potências malignas e da tirania pérfida e violenta que exercem em quase toda parte; a despeito da apostasia dos poderes públicos e do anticristianismo cada vez mais ousado das Constituições e das leis que regem as nações modernas; a despeito deste dilúvio de erro, de corrupção e de impiedade a que estas insensatas prevaricações entregam os povos — tudo pode ser reparado e tudo será salvo. Mas o cristianismo das mães é uma das primeiras condições destas reparações e da paz que as deve seguir; assim como a primeira condição para que as mães sejam cristãs é que todas tomem como modelo estas duas Mães divinas de quem nasceram segundo a graça, a saber, a Igreja e Maria”.