"Não é prazeroso aprender e, com constância e dedicação, aplicar o que se aprendeu?
Não é motivo de alegria ter amigos que vem de regiões distantes?
Não é digno de ser chamado homem de completa virtude aquele que não se perturba, mesmo que os outros não a notem?"
Essas e outras perguntas são respondidas pelo filosofo oriental em diálogos que promovem a harmonia entre os homens.
Um texto crucial para entender como a civilização chinesa pensa até os dias de hoje.