Em Um pouco antes de uma vez por todas, Marcos Beccari transpõe para a escrita o mesmo gesto que orienta suas aquarelas: permitir que a forma surja no encontro entre controle e acaso. O livro se organiza em blocos e personagens que não se fecham em histórias lineares, mas se articulam como fragmentos de uma mesma travessia: figuras que avançam, recuam, caem, esperam, atravessam.