Nesta narrativa fragmentada e de prosa seca, sobreviventes vagam por um mundo em colapso, negociando a fome, a memória e a própria a vida. Sem explicar a catástrofe, o livro se detém no que resta depois dela: florestas silenciosas, vilarejos esvaziados, valas de animais, fogueiras noturnas misteriosas. Queima acompanha personagens que aprendem a habitar o fim como condição cotidiana.