Entre o íntimo e o coletivo, este livro propõe uma arqueologia do paladar paulistano — uma história dos modos de comer da cidade, mas também uma his¬tória de São Paulo contada por meio de seus modos de comer. Comida é roça, festa, mer¬cado e casa; cidades também são feitas de tudo isso. E grandes cidades como São Paulo são feitas de muitas outras: pátrias portáteis que aqui chegaram, se encontraram e apren¬deram novas maneiras de permanecer. Cidades transformam receitas, mas receitas tam¬bém transformam cidades.