Augusto acorda morto, mas o problema é outro.
O mundo decidiu que ele se suicidou.
Que era um homem deprimido, derrotado.
Mas Augusto sabe a verdade: foi assassinado, vítima de uma trama de crime e paixão que não conseguiu prever.
No Limbo, furioso e sem descanso, ele tem uma única obsessão: restaurar sua honra junto aos vivos.
AUGUSTO era um jornalista divorciado e premiado, porém sem a mesma gana de outros tempos. Um homem comum, até que um novo vizinho misterioso, um passado
mal resolvido e a obsessão por um par de olhos verdes em uma fotografia o arrastam para um desfecho que ele jamais teria escolhido.
No Limbo, ele descobre uma dimensão urbana e frenética onde o tempo é relativo e a maioria das pessoas não sabe que está morta. Com voz irônica e autoconsciente, Augusto relata sua incessante busca por justiça em uma narrativa não linear que tece ação e suspense com humor ácido e melancolia.
AUGUSTO NO LIMBO é um romance policial onde a
maior injustiça não é a morte, mas o que disseram sobre ela.