“quem há de conseguir contar fielmente o tempo que, às vezes, se arrasta, e, doutras, é impossível acompanhar de tão veloz, então, como dizia, vê-lo mais uma vez ali é sinal de que tudo segue relativamente bem, ao menos não pior que ontem, e que um dia poderemos todos sair às ruas nus como viktor, com as vergonhas totalmente despudoradas, e poderemos nos abraçar, poderemos nos beijar, poderemos festejar, poderemos cantar até a voz virar ausência.”