Fernanda Laguna e Cecilia Palmeiro, vozes fundamentais do movimento argentino “Ni Una Menos”, documentam o trajeto de uma revolução que transborda de conversas privadas à Maré Verde, narrando a agitação feminista a partir do afeto e da convivência.Das primeiras marchas em Buenos Aires, da criação de artefatos estético-políticos, passando por assembleias e greves internacionais, até a consagração do grito pelo aborto legal, ''''Mareadas na maré'''' é memória em movimento de uma cumplicidade coletiva de fazer corpo nas ruas, provando que a força das massas é forjada, antes de tudo, nos afetos.