Uma desolação chamada paz é a continuação brilhante de Uma lembrança chamada império, ambos vencedores do prêmio Hugo de Melhor Romance. Na duologia de Teixcalaan, Arkady Martine revoluciona o gênero da ficção científica ao apresentar um império expansionista e suas relações — raras vezes pacíficas — com aqueles que não vê como civilizados.
Forças alienígenas assombram os confins do espaço teixcalaano. Suas naves são indestrutíveis e, com facilidade, arrasam as tropas imperiais enviadas no intuito de estabelecer algum elo de contato.
O império está ficando sem opções; resta-lhe apenas uma tentativa desesperada de diplomacia. Ainda bastante abaladas pelos episódios recentes de turbulência vividos no coração do império, Alga Três e Mahit Dzmare assumem a tarefa impossível de tentar se comunicar com essa espécie hostil.
Caso fracassem, provocarão milhares de mortes em uma guerra que está apenas começando. Se forem bem-sucedidas, permitirão a Teixcalaan continuar sua propagação voraz e devastadora. Existiria, então, alternativa para esse dilema?