Durante anos, o Brasil acreditou saber a verdade sobre a morte de Juscelino Kubitschek. Criador de Brasília, nome símbolo do desenvolvimento nacional e um dos políticos mais populares da história brasileira, JK permanecia como uma figura de enorme prestígio junto à população mesmo após anos de perseguição e sua cassação pela ditadura militar. Sua volta à cena política era vista por muitos como uma possibilidade real, e a versão oficial do que levou à sua morte era simples: um trágico acidente de trânsito na via Dutra em 22 de agosto de 1976. Acidente? Novas investigações, laudos periciais, depoimentos e documentos reunidos ao longo de décadas revelaram inconsistências, contradições e fatos que nunca foram satisfatoriamente explicados. Em 2026, a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos reconheceu que o óbito de JK não pode ser tratado como um acidente comum, classificando-o como morte violenta ligada à perseguição política promovida pela ditadura militar. Em O Código 12, Alex Solnik apresenta um laudo inédito mostrando a farsa da narrativa oficial de 1976, reconstitui os últimos, dias de Juscelino, a partir de fatos, documentos e testemunhos, e lança nova luz sobre um dos maiores mistérios políticos da história brasileira