Este livro analisa as paralisações em Contagem e Osasco discutindo as reconfigurações do movimento sindical durante o período autoritário. As duas greves ocorrem após retrocessos nos direitos trabalhistas impostos pela cúpula militar em um contexto em que segmentos das organizações sindicais rompem com as lideranças tracionais, hegemonizadas pelo PCB, e passam a articular ações combativas mesmo com a proibição determinada pela ditadura.