Os barraquinhos da favela evoca as imagens da periferia em sua essência: escrito de modo saudoso, o livro pinta as dores e as mazelas de alguém que viu de
perto as casas de madeira serem arrancadas pelo vento.Mas, também traz a poesia indomável de quem carrega no embrulho da memória o cheiro do arroz e do feijão
quentinhos; a visão do horizonte e das estrelas.Pela janela quebrada, há a saudação ao horizonte e aos próprios barraquinhos, que são os sonhos que não
morreram na infância e a força de uma criança que cresceu e nunca esqueceu as suas origens.