Toda terça-feira, Alice senta praticamente na mesma mesa, no mesmo café, tentando entender quando a vida começou a passar sem ser vivida.
Liam chega sem anunciar intenção alguma. Não é encontro, nem acaso — é hábito. Mas quando o passado retorna e o futuro exige decisão, Alice descobre que alguns sentimentos crescem justamente quando ninguém está olhando.
Naquele café é sobre aprender que permanecer também é uma forma de movimento.