O ítalo-alemão Ernesto de Fiori era já um artista de prestígio na Europa quando se autoexilou no Brasil, em 1936, fugido do nazifascismo. Suas técnicas inovadoras e estética avançada deixaram profunda marca em artistas de São Paulo como Volpi, Zanini, Galvez e Carnicelli. Revisitada mais tarde pela chamada “geração 80”, a obra de De Fiori integra hoje os mais importantes acervos públicos e privados do Brasil.