"Apesar de participar da fundação da
Academia Brasileira de Letras, Júlia Lopes de
Almeida foi injustamente excluída do quadro
de membros da associação, que, no período,
optou por não aceitar mulheres. A prosa
da autora caracteriza-se pela manutenção
de alguns traços da literatura realista, os
quais, em diversos momentos, cedem
espaço ao fantástico. Em A Falência, a autora
discute temas como adultério feminino e a
decadência da burguesia após a escravidão. "