Como conciliar o problema do mal que nos atinge com a ideia de um Deus que, segundo o cristianismo, é amor? Como suportar as afirmações cristãs da onipotência, onisciência e onipresença divinas diante de tantas tragédias e de inúmeros desastres? Teria Deus abandonado a sua criação aos caprichos do acaso? Teria Ele submetido todas as coisas às forças desagregadoras do mal? Seria Deus insensível às lágrimas e aos lamentos de Seus filhos e de Suas Filhas?