Como pensar a sustentabilidade do desenvolvimento da sociedade brasileira reproduzindo os ícones de um processo civilizatório cujas conquistas erigiram-se na força do afogamento das pequenas civilizações, das nações, terras, culturas e saberes indígenas?
Necessitamos estudar um conhecimento complexo que admita o homem como ser natural que chegou de uma evolução biológica natural. Que reconheça o homem como um artrópode, um mamífero que tem cérebro, um vertebrado pluricelular que tem vida na Terra e que, como filhos e filhas da Terra, integram uma relação cósmica, como acreditaram e acreditam as culturas de muitas outras civilizações.
Nesta ´no man´s land´, processa-se o diálogo entre o inquieto pensador da complexidade, Edgar Morin, e o militante dos direitos indígenas, Marcos Terena.