Montados no calhambeque Borboleta, que quase não sai do lugar, uma vez com o motor cheio de areia, outra por falta de combustível ou ainda com problemas na embreagem, os personagens parecem rodar em falso. Esses giros colocam o ?leitor num espaço em que avanço e retrocesso se confundem: um labirinto invisível, a céu aberto, feito de horizontes bloqueados?, como descreve Ana Paula Pacheco no posfácio a esta edição.