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Yes, nos Temos Bananas

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Sinopse
Ficha Técnica
Yes, nos Temos Bananas

Grupo Livros

AutorAna Carolina de Moura Delfim Maciel
ISBN9788579390500
TítuloYes, nos Temos Bananas
EditoraAlameda
Ano de Edição2011
IdiomaPortuguês
Número de Páginas376
País de OrigemBrasil
AcabamentoBrochura
Altura21
Largura14
Profundidade2,25
Peso414
FormatoFísico
OrigemBrasil
Serie/Coleçãovazio
Volumevazio
SinopseEsse livro é uma bela viagem sobre a experiência cinematográfica brasileira revelada pela análise dos estúdios da Companhia cinematográfica Vera Cruz e pela aproximação do foco no acompanhamento da trajetória da atriz Eliane Lage. O trabalho de Ana Carolina Maciel, original e criativo, dialoga de maneira intensa com a historiografia sobre o cinema. Destaca-se, nesse diálogo, uma aproximação mais teórica e conceitual que busca definir o cinema como uma experiência moderna – incluindo-se aí a discussão sobre o imaginário e as mitologias. Paralelamente, o livro retoma trabalhos voltados para a análise mais específica dos estúdios Vera Cruz, com destaque para um conjunto de questões relevantes associadas ao cinema como uma atividade industrial e seus limites de implementação pelo empresariado brasileiro. A historiadora faz o uso de um conjunto variado de documentos, demandando diferentes estratégias de abordagem – assim a imprensa periódica, os depoimentos, a publicidade, as imagens da filmagem, os escritos biográficos, a documentação administrativa da empresa, foram cada qual associados a um conjunto de questões que ganharam sentido na arquitetura final da obra. A segunda característica essencial desse trabalho tem a ver com a forma da autora se posicionou em relação a narrativa histórica e a narrativa cinematográfica. O uso dos recursos fílmicos é evidente na estruturação da obra, revelando uma experiência de fazer e escrever sobre cinema. Entretanto, mais do que um recurso retórico o que se evidencia na sua forma expositiva é uma intertextualidade com o pensamento fílmico. Assim as seqüências possuem autonomia de argumentação, mas ao leitor o que se apresenta é um roteiro em que histórias, como a Eliane Lage se cruzam com outras histórias, como a do início da Vera Cruz. Por isso, na montagem do livro se exibe um diálogo estreito entre a experiência da autora como documentarista e sua capacidade de elaborar um conhecimento da prática de se fazer cinema.
Edição1
LivroDigitalvazio
PrevendaVazio

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