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O Último Stanislávski em Ação: Ensaios para Um Novo Método de Trabalho

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O Último Stanislávski em Ação: Ensaios para Um Novo Método de Trabalho

Grupo Livros

AutorDiego Moschkovich
ISBN9786555050608
TítuloO Último Stanislávski em Ação: Ensaios para Um Novo Método de Trabalho
EditoraPerspectiva
Ano de Edição2021
IdiomaPortuguês
Número de Páginas336
País de OrigemBrasil
AcabamentoBrochura
Altura21
Largura2,1
Profundidade14
Peso399
OrigemBrasil
Serie/Coleçãovazio
SinopseSINOPSE Além de analisar a atuação do diretor Konstantin Stanislávski em seu período tardio, Diego Moschkovich traz ao leitor a tradução integral e inédita dos estenogramas de aula do grande mestre russo. Disso resulta um material importante para a compreensão do pensamento e da metodologia aplicada por ele em seu último Estúdio, o Estúdio de Ópera e Arte Dramática. QUARTA-CAPA É comum dividirmos a trajetória de Stanislávski em dois momentos: o do jovem encenador, romântico experimentador, e o do homem maduro sistematizador, cientificista e criador de um método de trabalho que ficou conhecido em toda parte como “método das ações físicas”. O ÚLTIMO STANISLÁVSKI EM AÇÃO questiona essa cisão e busca contextualizar e apresentar a prática artística e pedagógica de Konstantin Stanislávski em seu último Estúdio. A partir da sua tradução integral e inédita, com notas e comentários, de dezesseis estenogramas de aulas encontrados nos Arquivos do Museu do Teatro de Arte de Moscou, Diego Moschkovich contextualiza historicamente a criação do Estúdio de Ópera e Arte Dramática, analisa as práticas pedagógicas de treinamento do ator propostas pelo mestre russo e aborda suas experiências na busca da criação de um “novo método de trabalho”, assim como as polêmicas ocorridas após sua morte em relação a esse método. O que avulta, em lugar da imagem do sábio criador e gênio inconteste, é o trabalho incansável de um verdadeiro experimentador, que testava, errava, corrigia, e que, principalmente, nunca teve medo do desconhecido, de avançar rumo às regiões não mapeadas da criação artística. ORELHA por Nair D’Agostini Em 2007, Diego atravessou o Atlântico rumo à Rússia, em busca de uma família de saber. Trinta anos antes, em 1978, eu também me aventurava na busca de raízes que me fizessem pertencente a uma tradição teatral. Enquanto Diego partiu com destino certo, São Petersburgo, eu, ignorando o rumo que tomaria na vasta União Soviética, também ancorei na mesma cidade, que então chamava-se Leningrado. Diego, por escolha própria, e eu, por sorte, em condições históricas diversas, chegamos ao Instituto Estatal de Teatro, Música e Cinema de Leningrado (LGITMiK), renomada instituição estatal de ensino teatral. Ele, na condição de estudante, e eu, na de mestranda. Ali, recebemos uma formação fundamentada no legado do Sistema com mestres de alta competência pedagógica dentro dos princípios do pensamento de Stanislávski. Apesar do afastamento temporal e dos contextos históricos difere
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