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Metropoles Regionais e a Cultura, as - o Caso Frances, 1945-2000
Autor:
Editora:
Cód:
9788573214253

Metropoles Regionais e a Cultura, as - o Caso Frances, 1945-2000

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9788573214253

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Sinopse
Ficha Técnica

Sinopse

Descrição do Produto

Metropoles Regionais e a Cultura, as - o Caso Frances, 1945-2000

Grupo Livros

AutorFrançoise Taliano
ISBN9788573214253
TítuloMetropoles Regionais e a Cultura, as - o Caso Frances, 1945-2000
EditoraIluminuras
Ano de Edição2014
IdiomaPortuguês
Número de Páginas283
País de OrigemBrasil
AcabamentoBrochura
Altura21
Largura14
Profundidade1,7
Peso425
FormatoFísico
OrigemBrasil
Serie/Coleçãovazio
Volumevazio
SinopseEsta obra traça pela primeira vez a história das políticas culturais de grandes cidades francesas na segunda metade do século XX. Seis delas, Bordeaux, Lille, Lyon, Marselha, Estrasburgo e Toulouse, são objeto de uma história comparada que examina a articulação entre políticas culturais nacionais e locais na França desde o final da Segunda Guerra Mundial. É um estudo que contribui para a revisão de certas ideias comuns sobre política cultural para as cidades e sobre as articulações entre as diretivas e os discursos do poder central nacional e a realidade local. Além disso, mostra como a cultura se impôs em lugares distintos, em ritmos diferentes, como um campo legítimo da ação pública e fator de fortalecimento da imagem e de desenvolvimento de cidades que buscam um lugar de destaque nacional e internacionalmente. Abordando uma realidade francesa, este livro serve como um poderoso instrumento de reflexão sobre a política cultural para as cidades onde quer que se situem. Em primeira e última instância, tudo acontece na cidade. A cidade é a única realidade humana e política, não passando o estado e a nação de meras ficções jurídicas de governo menos ou mais úteis à cidade conforme o momento histórico. É na cidade que a riqueza se produz, sobretudo neste início de século em que pela primeira vez na história as pessoas vivem mais na zona urbana do que no campo. E é na cidade que as pessoas vivem, aprendem, produzem simbolicamente, sofrem, protestam, reivindicam, derrubam governos, se reproduzem e morrem. É na cidade, em outras palavras, que se produz cultura. Seria natural, portanto, que toda política cultural tivesse a cidade como ponto de partida e de chegada. Essa, no entanto, é uma evidência que frequentemente se procura negar, negando-se ao mesmo tempo à cidade os meios de se definir — não apenas culturalmente, mas sobretudo culturalmente. Este livro tem o mérito de focalizar as políticas culturais para a cidade e não sobre as políticas nacionais de cultura. Os estados-nação surgiram da pretensa superação das cidades como unidades de autogestão política, econômica e cultural e de sua correspondente submissão a um todo que deveria traduzir ou espelhar cada uma de suas partes. Esse todo, na verdade, quase sempre implicou o desconhecimento da realidade citadina e a busca por submetê-la a imperativos ditos maiores que de fato nunca poderiam e nunca poderão ser mais relevantes que os da cidade. O objeto expresso deste livro são seis cidades francesas importantes, que se podem apresentar como metrópoles regionais não apenas no interior da França como mas também, no atual momento globalizado, num cenário maior europeu e mundial. Seis cidades distintas pela localização geográfica, natureza econômica e tradição cultural, nesses aspectos bem diferentes das que poderiam ser suas correspondentes brasileiras. Mas a reflexão sobre aquilo que nelas se passou desde a Segunda Guerra Mundial, quando a França revelou-se um país pioneiro na reorganização de sua institucionalidade para a cultura, pode trazer ricos elementos para a formulação de políticas culturais locais também no Brasil. A preocupação com a cultura na França gerou não apenas iniciativas concretas de reorganização cultural do seu território como uma sólida produção de pesquisa sobre o universo cultural e as decisões político-administrativas para a cultura, algo ainda sem paralelo no Brasil em termos de quantidade e variedade dos temas. Um dos traços mais destacados resultantes deste estudo é o que diz respeito à legitimidade da cultura como instrumento de políticas públicas e à necessidade de reconhecer o papel central e transversal da cultura na vida social, a tal ponto que não existe nenhuma política econômica, de transporte, de educação, saúde ou segurança que possa dispensar a abordagem cultural e o fomento à cultura — no entanto isso por aqui é reiteradamente ignorado...
Edição1
LivroDigitalvazio
PrevendaVazio

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