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Doce Deleite

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Doce Deleite

Grupo Livros

AutorAlcione Araujo
ISBN9788520009017
TítuloDoce Deleite
EditoraCivilização Brasileira
Ano de Edição2009
IdiomaPortuguês
Número de Páginas160
País de OrigemBrasil
AcabamentoBrochura
Altura21
Largura14
Profundidade0,9
Peso200
FormatoFísico
OrigemBrasil
Serie/Coleçãovazio
Volumevazio
SinopseUm dos autores de teatro mais respeitados do país, premiado roteirista de filmes e vencedor de dois prêmios Jabuti, Alcione Araújo arrancou aplausos e gargalhadas da platéia carioca em 1981 com a peça Doce deleite, estrelada magistralmente por Marília Pêra e Marco Nanini, que ficou quatro anos em cartaz. Quase três décadas após a primeira montagem, a peça repetiu o sucesso com o público com nova encenação em 2008, dessa vez com Camila Morgado e Reinaldo Gianecchini no elenco e a própria Marília na direção. Publicado originalmente no terceiro e último volume da série Teatro de Alcione Araújo (1999), que reúne 12 peças escritas pelo dramaturgo, o texto ganha agora uma edição especial, independente, com apresentação do autor, além de entrevistas com os atores Camila Morgado e Reinaldo Gianecchini, que falam sobre sua participação na segunda montagem da peça e do processo de criação dos personagens. Com este primeiro volume, a Civilização Brasileira retoma a série Teatro de Alcione Araújo, que nesta nova fase trará textos curtos, dentre eles alguns inéditos. Com humor vivo e exuberante, Doce deleite é uma comédia em 12 quadros que revela os bastidores de um teatro e de seus personagens, tanto no palco quanto nas coxias. Escrita em 1980, época em que o clima no país era de animação com o retorno dos exilados políticos, respirava-se alguma esperança e a liberdade parecia à mão, a peça utiliza diferentes formas do mesmo gênero – a comédia – para homenagear o teatro como a mais remota arte de representar. Com um par de atores, que se desdobram em vários papéis, Doce deleite quer celebrar um tipo singular de artista cuja criação dá vida, corpo, voz, feições e emoções a entes que não existem, assim como aos que existem nos bastidores, mas que parecem não existir, porque nunca vêm ao palco, como contra-regras e bilheteiros. Nas palavras do diretor Aderbal Freire-Filho, que foi iluminador da primeira montagem e assina a orelha do livro: “Alcione brinca com o teatro, debocha dele, dos seus ditos e mitos, dos seus ofícios e oficiais, das suas pretensões e misérias. Um prato feito para mostrar que teatro é arte tão poderosa que pode não se levar a sério”.
Edição1
LivroDigitalvazio
PrevendaVazio

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