Buscar
Buscar

entrega-expressa

Comum: Ensaio sobre a Revolução no Século Xxi

Por: R$ 95,00

Preço a vista: R$ 95,00

+-
Comprar
Opções de Parcelamento:
  • à vista R$ 95,00
Outras formas de pagamento
Comum: Ensaio sobre a Revolução no Século Xxi

Grupo Livros

AutorChristian Laval, Pierre Dardot
ISBN9788575595817
TítuloComum: Ensaio sobre a Revolução no Século Xxi
EditoraBoitempo
Ano de Edição2017
IdiomaPortuguês
Número de Páginas534
País de OrigemBrasil
AcabamentoBrochura
Altura21
Largura14
Profundidade3
Peso687
FormatoFísico
OrigemBrasil
Serie/Coleçãovazio
Volumevazio
SinopseDardot e Laval mostram que esse princípio não só articula as lutas práticas contra o capitalismo e os estudos sobre o governo coletivo de recursos, como aponta novas formas democráticas. O comum está na atividade dos seres humanos, porque só a prática pode decidir o que é ''''comum'''' e produzir regras de responsabilização a seu respeito. Nesse sentido, o comum demanda uma revolução. Nesta obra, os autores de A nova razão do mundo (Boitempo, 2016) dão sequência a essa renovação da crítica social, propondo uma alternativa política ao neoliberalismo. Essa emergência do comum na ação pede um trabalho de esclarecimento no pensamento. O sentido atual de comum distingue-se dos diversos usos dessa noção no passado, sejam filosóficos, jurídicos ou teológicos: bem supremo da cidade, universalidade da essência, propriedade inerente a certas coisas, ou, até mesmo, fim almejado pela criação divina. Há, no entanto, outro fio, que liga o comum não à essência dos seres humanos nem à natureza das coisas, mas à atividade dos próprios seres humanos: apenas uma prática de colocar em comum pode decidir o que é comum, reservar certas coisas para o uso comum, produzir regras capazes de submeter os seres humanos. Nesse sentido, o comum clama por uma nova instituição da sociedade por ela mesma: uma revolução. Pierre Dardot e Christian Laval querem mostrar que o princípio político do comum se impõe atualmente como questão central da alternativa política para o século XXI. A prática social anticapitalista já tem mostrado que as lutas sociais visam e devem visar à instituição de ''''comuns'''', isto é, a disponibilidade para as pessoas dos meios materiais e imateriais necessários a suas atividades coletivas - não, portanto, como propriedade privada ou como propriedade estatal. O princípio do comum radicaliza a democracia ao instituir o autogoverno das pessoas, que, assim, realizam a própria libertação, seja da dominação explícita do Estado, seja da dominação abstrata do sistema econômico vigente. O livro Comum quer ''''refundar de maneira rigorosa o conceito de comum''''. Quer, assim, responder a um anseio generalizado por novas formas de vida em que mulheres e homens se realizem como seres humanos num mundo ecologicamente preservado. Essas formas já estão nascendo, por meio das lutas travadas pelos movimentos ambientais e sociais no mundo. Há um caminho mau, que mantém as pessoas na alienação e desemboca no ''''reino tirânico e cada vez mais absoluto do capital''''. Há, porém, u
Edição1
LivroDigitalvazio
PrevendaVazio