A Nova Gramática do Trabalho das Mulheres aborda as formas de sofrimento e adoecimento feminino no mercado de trabalho ainda pouco reconhecidas pelos modelos tradicionais de saúde ocupacional, gestão
de riscos e análise organizacional.
A obra reúne conceitos das ciências sociais, da teoria crítico feminista, da epidemiologia social, da saúde coletiva e do trabalhador, reinterpretando-os a partir das experiências femininas, examinando como desigualdades estruturais, relações de poder e a organização social do cuidado influenciam a produção dos riscos, do sofrimento e do adoecimento das mulheres.
Parte significativa do sofrimento feminino escapa às análises convencionais por emergir na interseção entre trabalho, cuidado e desigualdades. Este livro é uma gramática de reconhecimento: um vocabulário crítico para identificar, compreender e nomear o que permanece invisível nas trajetórias laborais femininas.