“Ora, é sabido que, entre todos os métodos de exercícios espirituais fundados louvavelmente nos princípios de uma ascética sã e católica, houve um que se avantajou sobre todos os demais, foi enriquecido com plenas e repetidas aprovações da Santa Sé, recebeu os elogios de varões exímios em doutrina espiritual e santidade, e obteve, quase pelo espaço de quatrocentos anos, abundantes frutos de santidade. Referimo-Nos ao método introduzido por Santo Inácio de Loyola, a quem Nos apraz chamar o Mestre principal e peculiar dos exercícios espirituais, cujo ‘admirável livro dos Exercícios [...] sobressaiu e se afirmou como o código mais sábio e absolutamente universal para a direção das almas no caminho da salvação e da perfeição; como manancial inexaurível da mais excelente e mais sólida piedade; como o estímulo mais agudo e o guia mais experiente, que mostra o caminho seguro para a emenda dos costumes e para alcançar o cume da vida espiritual’”.— Papa Pio xi, na encíclica Mens nostra