A inteligência artificial deixou de ser promessa para se tornar rotina. Hoje, quem atua na administração pública já se depara com documentos, pareceres, processos e relatórios que podem ser produzidos ou revisados com o apoio de IA. A questão não é mais se usar, mas como usar com método, segurança e responsabilidade.
Esta obra, escrita por Gustavo Tato, servidor público da área de licitações e professor de IA aplicada à administração pública, apresenta um caminho prático para essa transição. O livro parte da elaboração de prompts, com técnicas que vão do contexto simples ao encadeamento de prompts e aos fluxos multiagente, e segue com a apresentação de ferramentas validadas no contexto público, como Gemini Notebook, ChatGov, Perplexity, Claude, Manus, ChatGPT, Genspark e Replit, sempre com suas funcionalidades e limitações.
Destinada a servidores públicos, gestores, procuradores, controladores, agentes de contratação e demais profissionais que lidam com rotinas administrativas, a obra oferece um guia de consulta para quem deseja ganhar produtividade sem abrir mão da verificação criteriosa do que a IA produz. Para professores e estudantes, é também um retrato de como a tecnologia está reconfigurando o trabalho jurídico e administrativo.
Mais do que um manual de ferramentas, este livro propõe uma mudança de postura: usar a IA como estagiário de apoio, nunca como substituto da responsabilidade humana. Um material indispensável para quem quer decidir bem, com tecnologia e critério.