Quem vigia o trabalhador quando o chefe é um algoritmo?
Câmeras, GPS, e-mail corporativo, biometria e redes sociais eram só o começo. Hoje, algoritmos selecionam, pontuam, preveem desligamentos e modulam condutas com lógica opaca até para quem os opera. E boa parte da jurisprudência sobre vigilância nasceu antes do regime geral de proteção de dados.
Fruto de tese de doutorado na Universidade do Minho, este livro confronta a experiência portuguesa e europeia com as lacunas brasileiras e entrega as perguntas que decidem os casos: qual dado, para quê, com que necessidade e se há meio menos invasivo. E revela quando a vigilância vira despotismo algorítmico. Leitura indispensável para quem julga, defende, negocia ou gere pessoas em relações de trabalho mediadas por dados.