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Pessoas: a Nova Versão da Área Mais Importante de Uma Empresa - Livraria da Vila
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18 de Nov

Pessoas: a Nova Versão da Área Mais Importante de Uma Empresa

Rodrigo de Divitiis
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Com a forte presença da tecnologia e da inteligência artificial, estamos diante da mais profunda transformação da área de Pessoas. Por muito tempo, a área de Recursos Humanos foi uma área de suporte, centrada em processos, conformidade e administração. Agora, esta área ganha muita força e presença e se converte definitivamente no eixo central da estratégia corporativa. Diante disto, a evolução do CHRO para Chief People O icer (CPO) não é uma simples mudança de título, é uma mudança de natureza. É a passagem do guardião de processos e parceiro ocasional da liderança para o responsável pela capacidade organizacional e parceiro definitivo e estratégico de todo C-suite dentro dos negócios. Esta obra não se limita a diagnosticar a mudança, ela entrega o caminho. Estrutura a jornada de transformação em cinco etapas, do diagnóstico e da fundação à liderança de mercado, passando pela automação, pela inteligência de pessoas e pela otimização em escala. Em cada etapa, o leitor encontra clareza sobre o que fazer, o que medir e o que entregar. A mensuração assume papel central. Os indicadores deixam de ser métricas operacionais e passam a conectar pessoas a resultados, traduzindo o capital humano para a linguagem do conselho e do CEO. No coração dessa transformação está a cultura corporativa. Ela é o sistema operacional invisível da organização que amplifica ou sabota qualquer estratégia. Concorrentes replicam produtos, preços e tecnologia, mas jamais uma cultura construída e estabelecida pode ser copiada. Por isto, existe um capítulo todo dedicado a este tema de modo a garantir a transição adequada do CPO, a fundação dos novos indicadores e implementação da inteligência artificial. O livro detalha o papel indelegável do CEO como curador dessa cultura (a organização só vive quando o principal líder a vive e a compartilha no cotidiano) e a responsabilidade do conselho de administração em zelar por ela com o mesmo rigor dos indicadores financeiros. É nesse contexto que a tecnologia encontra seu verdadeiro lugar. A inteligência artificial e os sistemas agênticos não são um fim em si mesmos, mas o núcleo que automatiza o trabalho transacional e devolve às pessoas o tempo do que realmente importa: a estratégia, a criatividade e as relações humanas. Bem conduzida por uma cultura que a acolhe e uma governança que lhe dá ética e direção, a tecnologia deixa de ameaçar o trabalho humano para amplificá-lo. O horizonte da jornada é o vanguardismo. Liderar o mercado não significa