Talvez ela fosse, para ele, a obra de arte mais bonita já pintada, mas, ainda assim, era uma criação imaginária. Aquele lugar era a magia de uma outra vida. Uma ilusão que se alimentou do seu passado para crescer e devorá-lo. Essa ficção era o lugar-comum entre o que poderia ser, por obra do acaso; o que nunca seria, por obra do desencontro; e o que precisava ser, por obra da realidade.