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Maçonaria: em Busca da Palavra Perdida — Símbolos, Origem, Dogmas, Religião e Mitos - Livraria da Vila
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10 de Dez

Maçonaria: em Busca da Palavra Perdida — Símbolos, Origem, Dogmas, Religião e Mitos

J.A.P Filho
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Você já se perguntou o que realmente se esconde por trás da linguagem simbólica da Maçonaria? O que significam, em sua origem mais profunda, os rituais, os símbolos, as palavras, os mitos fundadores e as imagens que atravessam os templos maçônicos? E se esses elementos não fossem apenas expressões internas de uma ordem iniciática, mas fragmentos de uma linguagem sagrada muito mais antiga, compartilhada com tradições religiosas, filosóficas e espirituais que antecedem os próprios sistemas dogmáticos? Este livro convida o leitor a atravessar os véus da forma e do discurso institucional para investigar o substrato simbólico que sustenta a Maçonaria, em diálogo com o Cristianismo, com as tradições de mistério do mundo antigo e com os grandes sistemas do pensamento esotérico. À luz da Cabalá, do Hermetismo, da Alquimia, da Astrologia simbólica e da Psicologia dos Arquétipos, a Ordem é analisada não como um conjunto fechado de rituais, mas como herdeira de uma linguagem sagrada anterior às formulações religiosas dogmáticas. Ao longo da obra, símbolos e narrativas maçônicas são examinados em sua relação com o Cristianismo, o paganismo e com os textos bíblicos e apócrifos. O Templo de Salomão deixa de ser apenas referência ritual ou histórica para ser compreendido como arquétipo universal do sagrado, assim como figuras como Hiram Abiff, Lúcifer e Baphomet são interpretadas como expressões simbólicas de processos interiores e dinâmicas arquetípicas da consciência humana. Este não é um manual ritualístico, nem um catecismo ou tratado institucional. Trata-se de uma investigação crítica e simbólica que desafia o leitor a questionar certezas, desmontar leituras superficiais e reencontrar, por trás da forma religiosa e iniciática, a linguagem arcaica do sagrado. Aqui não há uma escada de graus a ser subida, mas uma linguagem a ser decifrada. A cada símbolo, uma chave; a cada mito, um véu descoberto. Talvez o sagrado não tenha desaparecido, mas apenas a palavra tenha sido perdida.