Supremo em Investigação examina a crise de legitimidade do Supremo Tribunal Federal entre 2024 e 2026, período em que a Corte, antes fiscalizadora dos demais Poderes, passou a ser ela própria objeto de investigação, cobrança e debate político. Com base em fontes públicas, decisões judiciais, pesquisas de opinião e literatura especializada, Sidney Stahl analisa o Inquérito das Fake News, o escândalo do Banco Master, as controvérsias envolvendo Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, a reação do Congresso e a crise dos mecanismos de accountability. O livro propõe reformas estruturais — mandatos fixos, controle externo e limitação de decisões monocráticas — como condição para restaurar a autoridade legítima da Corte.