"Em Quem é viva sempre aparece, Ana Maria Magalhães revisita sua formação entre uma família ligada à política e à intelectualidade, a doença da mãe e os anos de ditadura. Descoberta para o cinema em Ipanema, estreou no Oficina e integrou uma geração decisiva do cinema brasileiro, trabalhando com cineastas como Glauber Rocha, Cacá Diegues e Hector Babenco.
Com franqueza e humor, suas memórias reconstroem relações familiares, amizades, amores e experiências profissionais, oferecendo um olhar íntimo sobre sua trajetória e sobre uma geração que buscou transformar o cinema e os modos de viver."