Qual lugar o imaginário ocupa nos estudos de Comunicação no Brasil? A aposta deste livro é que ele participa das camadas mais profundas dos fenômenos comunicacionais. Arquétipos, símbolos e mitos são aqui pensados como formas vivas, recriadas no diálogo com a história, a cultura e a experiência social.
A partir de um amplo mapeamento da produção acadêmica nacional e da releitura de textos clássicos, a obra identifica os paradigmas predominantes no campo e analisa modelos como o imaginário enquanto representação social, inversão alegórica e presença ontológica. Além de examinar métodos consolidados, propõe duas novas vias de investigação: a diagnose mítica e a revelação mítica.
Entre balanço crítico, elaboração teórica e proposição metodológica, o livro investiga as pontes e tensões entre Comunicação e imaginário. A obra conta com prefácio de Jean-Jacques Wunenburger.