A vida viva e dolente, tão miserável quanto majestosa em sua nudez (de corpo e alma), que Marcelo ama e abraça nestas páginas, comporta também um silêncio maior do que as palavras. Um silêncio iluminado. Que haja alma nos olhos de quem vier para ver e ouvir O Livro Místico das Coisas Ordinárias.