O esquilo adora árvores, mas aquela ali é a árvore DELE, e as pinhas são DELE. E se alguém aparecer querendo comer as pinhas dele à sombra da árvore dele? Melhor garantir: um portão. Não, uma cerca. Melhor ainda: um muro, alto para ninguém escalar, forte para ninguém derrubar, extenso para ninguém contornar. Mas quando o muro fica pronto, uma dúvida começa a crescer: o que será que existe do lado de lá? Uma pinha maior? Uma árvore mais bonita? Quem sabe... uma floresta inteira que poderia ser DELE? Com humor seco e final genial, Olivier Tallec mostra que o “meu” pode virar “nosso”: dividir, incluir e derrubar muros, sem perder a sombra, nem a amizade.