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Sementes Crioulas: Um Sopro de Vida - Livraria da Vila
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13 de Nov

Sementes Crioulas: Um Sopro de Vida

Cleusi T. Bobato Stadler
R$ 95,00
Em até 1x R$ 95,00 sem juros
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O livro Sementes Crioulas: um sopro de vida, lança um novo olhar sobre as sementes crioulas nas comunidades tradicionais, faxinalenses, quilombolas e caiçaras, através de seus conhecimentos, técnicas produtivas e modo de vida, como guardiãs de um dos recursos mais importantes para a alimentação: a agrobiodiversidade. Semear territórios da agrobiodiversidade, partilhar saberes, é buscar a continuidade da geo-história das comunidades, dos simbolismos, da identidade dos sujeitos e ações em um mesmo espaço, evidenciando as interfaces entre os conceitos de território/territorialidades e as práticas socioculturais patrimoniais. A obra propõe-se a apresentar os conhecimentos locais, práticas, vivências e saberes dos agricultores com a agrobiodiversidade, pois eles podem nos oferecer importantes chaves para superar a crise ecológica e social causada pela modernização da agricultura, e também pela importância dos sistemas agrícolas tradicionais locais com sementes crioulas, como sistemas alternativos de produção. A autora analisa os saberes, práticas, memórias e o cultivo das sementes que se manifestam em um território, como (f)atores capazes de produzir efeitos e combinações que impactam diretamente as relações entre indivíduos, coletivos e territórios. As sementes crioulas são tema de uma ecologia de práticas e saberes, e configuram-se como novos sujeitos de direito por permitir a reprodução das identidades patrimoniais. Por meio das sementes crioulas, é engendrada uma ecologia de saberes e práticas socioterritoriais, possibilitando às comunidades agenciar suas identidades em redes de sujeitos que buscam construir estratégias de reprodução socioterritoriais alternativas ao desenvolvimento rural. Por seu conteúdo atual e marcante relacionado à Agroecologia, a formação de um Banco de Sementes Crioulas e duas Casas de Sementes foi estabelecida como estratégia de revalorização da agrobiodiversidade na região dos Campos Gerais e Centro-Sul do Paraná, pois estes organizam e conectam esforços para a territorialização dos saberes patrimoniais, materializados em variedades de milho, arroz, feijão, abóboras, temperos e árvores nativas. Os capítulos retratam os saberes e práticas tradicionais dos agricultores como identidade dos territórios, os significados das sementes dos antepassados, as práticas de trabalho dos agricultores que utilizam cultivares crioulas, conservando e melhorando as sementes, a troca de sementes e saberes entre os sujeitos que vivem, criam e trans