Baseado em 40 anos de prática e mais de 7.000 cirurgias cerebrais, o neurocirurgião Michael Egnor e a escritora científica Denyse O''''Leary argumentam que a ciência materialista não consegue explicar a mente humana. Recorrendo a casos clínicos fascinantes — cérebros divididos, pacientes operados acordados, gêmeos siameses, comas profundos e experiências de quase-morte —, os autores demonstram que razão e livre-arbítrio não podem ser localizados nem estimulados no cérebro, sugerindo que a mente transcende o órgão físico. A obra dialoga com a neurociência moderna, a filosofia clássica e a inteligência artificial para construir um argumento científico robusto em favor da existência e da imortalidade da alma humana.