Buenos Aires, 1974. O general Prats, exilado da ditadura Pinochet, é morto em um atentado a bomba. Washington, 1976. O diplomata chileno Orlando Letelier também é morto em um atentado. Em 1998, Pedro Lemebel publica As orquídeas negras de Mariana Callejas (ou o Centro Cultural da DINA) e, em 2000, é publicado Noturno do Chile, em que Roberto Bolaño aborda o ambiente literário chileno nos anos 1970. Quem afinal era Mariana Callejas? Qual a sua relação com os atentados? Poderia uma autora premiada, que ministrava oficinas literárias, ser agente da ditadura e assassinar opositores ao regime de Pinochet?