Em uma Nova York embriagada pelo champanhe e pela fofoca das primeiras décadas do século XX, André e Flora Mezzogania são confrontados com uma exigência peculiar: para receber uma herança milionária, o jovem casal – incuravelmente doméstico – precisa provar aos executores do testamento que leva uma vida imoral e escandalosa. O embate entre o desejo de uma vida simples no campo e o fardo de uma reputação construída pelos tabloides se desdobra ora no lirismo de um casamento de fachada onde o amor floresce, ora na representação farsesca das autoridades e do poder midiático.