A história convida o leitor a olhar para a infância não como uma espera pelo futuro, mas como um tempo inteiro, vivo e cheio de possibilidades. Depois de ouvir na escola a pergunta "O que quer ser quando crescer?", Hugo chega em casa com outra resposta na ponta da língua. Antes de pensar em profissão ou vida adulta, ele quer brincar, passear, comer coisas gostosas com cuidado, estar com os avós, ouvir histórias, fazer amigos, ver filmes, ir ao teatro, apreciar música, aproveitar a escola e descobrir livros incríveis. Em diálogo delicado com a mãe, a narrativa celebra a infância como experiência de presença, curiosidade, afeto, imaginação e descoberta.