Neste livro, o autor investiga a arquitetura colonial e o barroco luso-brasileiro a partir das relações entre geometria, desenho, construção, paisagem e sociedade. Ele analisa importantes obras religiosas, como os conventos de São Cristóvão e Penedo, o Convento da Penha e a Igreja das Neves, além do Santuário de Congonhas e da trajetória de Victor Tapié. Ao aproximar arquitetura, fenomenologia e história, propõe novas perspectivas sobre a produção artística e arquitetônica e suas relações com a divisão social no Brasil colonial.