A este último marca a incursão do crítico de arte inglês John Ruskin na crítica social. No contexto da Segunda Revolução Industrial, o pensador analisa e redefine alguns dos conceitos-base da economia política clássica — valor, riqueza, trabalho — propondo uma economia fundamentada na moralidade e na justiça. Exemplo paradigmático do “sábio vitoriano”, Ruskin aparece aqui em sua melhor forma, em uma crítica implacável que pode ser destilada em sua célebre máxima: “Não há riqueza exceto a vida”.