Marcas Viscerais propõe uma abordagem sensível e contemporânea ao branding, argumentando que, em tempos de entropia cultural e emocional, apenas marcas capazes de gerar conexões profundas e autênticas com as pessoas sobrevivem e prosperam. O autor une teoria, prática e reflexão crítica — dialogando com filosofia, neurociência, sociologia e cultura pop — para mostrar como algumas marcas conseguem hackear o zeitgeist e construir comunhão de crenças, valores e propósito com seus consumidores. A obra vai muito além de um guia tradicional de marketing: é um manifesto sobre re-humanizar marcas em um mundo caótico, polarizado e dominado pela dopamina digital.