Embalado pelas histórias contadas por sua mãe, Adnan – e seus dinossaurinhos – encontra-se diante de uma grande duna, num percurso a ser vencido devagarinho, tomando conhecimento dos obstáculos, para voltar no sono seguinte e poder ultrapassá-los. Assim, tal qual em um rito de passagem permeado por medos, intuições e superações, o pequeno Adnan vai sendo guiado também por uma imaginação criadora, até que, fortalecido, transpõe o que antes fora uma duna imensa.
Onde termina o sonho e começa a realidade? Onde começa a história dentro da vida vivida? São perguntas que pulsam ao longo de toda a narrativa, com altas doses de amor e esperança.