Na escola, alguns colegas riam quando ela falava das histórias da mata: — Folhas não falam! — diziam. Outros a chamavam de sonhadora. Em certos dias, Malaika sentia o peso da descrença e se perguntava se sua intuição era apenas imaginação. Essas palavras a feriam, e por vezes ela se recolhia em silêncio, buscando nas folhas a força para continuar.